quarta-feira, 28 de junho de 2017

Jader Barbalho vota contra os trabalhadores na reforma trabalhista

O senador paraense que se elegeu com muitos votos dos trabalhadores, votou pela aprovação da Lei da reforma trabalhista na CCJ. Essa lei   vai prejudicar milhões de trabalhadores brasileiros. NR   Ananindeuadebates.                                                                                                                   Via Revista Fórum                                                                                Marta votou a favor da reforma trabalhista; conheça a lista completa da traição

29 de junho de 2017

Por 16 a 9 a Reforma Trabalhista foi aprovada, na calada da noite, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, a CCJ. Agora só falta passar pelo plenário da Casa.

É uma vitória do governo Temer, dos banqueiros e empresários. E uma imensa derrota dos trabalhadores. Veja a lista de quem aprovou esse golpe em direitos históricos.

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A senadora Marta Suplicy, eleita pelo PT/SP, está na lista.

Votos SIM:

Jader Barbalho (PMDB/PA)

Romero Jucá (PMDB/RR)

Simone Tebet (PMDB/RS)

Valdir Raupp (PMDB/RO)

Marta Suplicy (PMDB/SP)

Paulo Bauer (PSDB/SC)

Antônio Anastasia (PSDB/MG)

Ricardo Ferraço (PSDB/ES)

José Serra (PSDB/SP)

Maria do Carmo (DEM/SE)

Benedito de Lira (PP/AL)

Wilder Morais (PP/GO)

Roberto Rocha (PSB/MA)

Armando Monteiro (PTB/PE)

Eduardo Lopes (PRB/RJ)

Cidinho Santos (PR/MT)

• Votos NÃO:

Eduardo Braga (PMDB/AM)

Jorge Viana (PT/AC)

José Pimentel (PT/CE)

Fátima Bezerra (PT/RN)

Gleisi Hoffmann (PT/PR)

Paulo Paim (PT/RS)

Ângela Portela (PDT/RR)

Antônio Carlos Valadares (PSB/SE)

Randolfe Rodrigues (REDE/AP)

• 1 Abstenção:

Lasier Martins (PSD/RS)

Quinta(26/06):Eleição para diretoria do Sinjor Pará


Sinjor-PA informa locais e horários de votação em Belém e Santarém


27.06.17 – Será realizada, nesta quinta-feira (29), a eleição para a escolha na nova Diretoria Executiva do Sinjor-PA para o triênio 2017/2020.
Além de votar na chapa única o eleitor precisa escolher três nomes para a composição do Conselho Fiscal e cinco nomes para a Comissão de Ética e Liberdade de Expressão, sendo que em Santarém os eleitores também terão que votar em três nomes para Diretoria Regional do Tapajós.
Para votar, o eleitor precisa apresentar um documento de identidade e estar em dia com as mensalidades sindicais, conforme prevê o Regimento Eleitoral. O eleitor poderá votar em qualquer uma das urnas, pois os mesários estarão com a lista geral dos aptos a votar.
Em Belém, a votação contará com quatro urnas, sendo três fixas e uma itinerante. Em Santarém, haverá apenas uma urna fixa.
Veja abaixo os locais e horários de funcionamento das urnas.
URNAS FIXAS
Sede do Sinjor-PA – 8h às 20h (Rua Diogo Móia Nº 986 entre 14 de março e Alcindo Cacela)
Redação do Diário do Pará – 8h às 20h (Av. Almirante Barroso)
Redação do Liberal/Amazônia – 8h às 20h (Av. Romulo Maiorana)
URNA ITINERANTE
8h às 9h: Funtelpa
9h15 às 9h45: Câmara Municipal de Belém
10h15 às 11h – Assembleia Legislativa do Pará
11h30 às 13h – TV Liberal
13h30 às 15h – TV Record
15h30 às 16h30 – Funtelpa
17h às 19h – TV Liberal

URNA FIXA EM SANTARÉM
Sede do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós (IHGTap) – 14h às 17h (Av. Adriano Pimentel Nº 80 em frente 

Passe livre estudantil: Depois de quase 20 anos Câmara de Vereadores de Ananindeua volta a debater




Vereador Neto Vicente (PDT)
Acontece nesta quinta-feira (29/06) na Câmara de Ananindeua uma Audiência Pública que vai discutir o passe livre para estudantes nos  transportes de passageiros de Ananindeua.
Autor do Projeto de Lei o Vereador Neto Vicente (PDT), diz que a implantação do passe livre estudantil pretende diminuir a evasão escolar em Ananindeua. “Um pai que tem dois ou três filhos e ganha um salário mínimo não tem condições de mandar todos eles diariamente para a escola. Às vezes, essas crianças e adolescentes precisam fazer revezamento para estudar. Por isso a necessidade de debatermos a questão, inclusive as formas de financiamento para o programa”, explica
  


Há quase 20 anos  os vereadores Juscelino Lisboa (PT)  e Helder Barbalho (PMDB)  atual Ministro do governo Temer, apresentaram  o Projeto Lei (PL) na CMA.  O PL na época foi derrotado pela maioria dos vereadores que faziam parte da base do atual  prefeito Manoel Pioneiro.
           
                       


Audiência pública: Passe livre estudantil

Data: 29 de junho de 2017

Hora: 9h

Local: Plenário João Nunes, da Câmara Municipal de Ananindeua (Avenida Zacarias de Assunção, nº 134, próximo à Prefeitura)



Com Informações da Ascom da CMA

terça-feira, 27 de junho de 2017

"O Pará vive um caos fundiário", afirma dirigente do MST

Ulisses Manaças, da direção nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), fez uma denúncia pública das violações de direitos humanos que têm ocorrido na Amazônia, especialmente no Pará, em uma transmissão ao vivo na página do MST no Facebook nesta sexta (23).

Ele contou que há cerca de 160 acampamentos do MST na Amazônia, região historicamente marcada por massacres como em Eldorado dos Carajás, que há 20 anos vitimou 19 trabalhadores rurais. Ele enfatizou o mais recente, em Pau D'arco, quando, dez pessoas foram brutalmente assassinadas em maio deste ano. As polícias civil e militar foram as responsáveis pela promoção dos assassinatos.

Na região, a atuação da organização se assemelha a de uma guarda dos fazendeiros locais, garantindo a integridade de sua propriedade e promovendo ações violentas contra os acampados.

Manaças enfatizou que é necessário que a sociedade civil se solidarize e auxilie para que essas violências ganhem visibilidade.

Ele ressaltou ainda que o alto índice de violência na região se deve ao fato de que não há reforma agrária. "O que ampara essas ações de violência no campo é o verdadeiro caos fundiário do local", enfatizou o militante.

O apelo do dirigente foi o de que a população se engaje na causa da garantia dos direitos dos que estão envolvidos na luta pela reforma agrária. "O movimento social é o olho crítico da sociedade", completou Manaças.

Para ele, o quadro se agravou após a posse do presidente golpista Michel Temer, quando "houve um golpe simultâneo na vida do cidadão brasileiro". Manaças se refere ao congelamento dos gastos públicos e às reformas trabalhista e previdenciária.

Ele finalizou sua fala fazendo um apelo para que a população se mobilize ante esses retrocessos.


PAULO ROCHA PEDE CRIAÇÃO DO FÓRUM DE PARLAMENTARES DA AMAZÔNIA


A Comissão de Meio Ambiente (CMA) fez um rápido debate, nesta terça-feira (27), sobre a estruturação do Fórum de Parlamentares da Amazônia. A proposta foi levada pelo senador Paulo Rocha (PT-PA), que lembrou de ter discutido o assunto em Plenário, na segunda-feira (26), com os senadores Jorge Viana (PT-AC) e Valdir Raupp (PMDB-RO). Na comissão, ele contou com o apoio do vice-presidente do colegiado, senador Wellington Fagundes (PR-MT).

O foco da intervenção deste fórum, segundo explicou Rocha, será a inserção da Amazônia em uma estratégia de desenvolvimento nacional sustentável. O senador lembrou a criação, ainda no governo Dilma Rousseff, do Arco Norte, um projeto de logística de escoamento da produção da Região Norte, que aproveita a posição estratégica da Amazônia em relação aos mercados europeu, asiático e norte-americano.

- Eu acho que deveríamos fortalecer a nossa força política para dialogar com o governo central. Queremos ter poder de barganha e incluir a Amazônia no processo de desenvolvimento nacional – afirmou Rocha.

Basa

Paulo Rocha fez comentários ainda sobre o Fundo da Amazônia, administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e ameaçado de perder repasses do governo da Noruega caso o Brasil não promova um corte de 50% nas taxas de desmatamento em 2017.

O governo norueguês já transferiu US$ 1,1 bilhão para o fundo desde sua criação, em 2008. Mas, nos últimos dois anos, o Brasil perdeu R$ 196 milhões em repasses em função do avanço do desmatamento. Rocha acredita que o fundo deveria ser administrado pelo Banco da Amazônia (Basa), “que tem a visão de fortalecer os empreendimentos de desenvolvimento sustentável na região”, e não pelo BNDES.

Essa opinião é compartilhada por Wellington Fagundes, que tinha reunião marcada com o presidente do Basa nesta terça.

- O Mato Grosso também está na Amazônia Legal. Para nós, trabalhar em conjunto é fundamental para que possamos mostrar para o Brasil e o mundo as nossas especificidades. Tenho sempre dito que a Amazônia não vai ser preservada com isolamento e que os amazônidas precisam de condições para a sua sobrevivência e o desenvolvimento da região – declarou o senador

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Datafolha: Lula lidera pesquisa de intenção de voto, com 30%

Bolsonaro e Marina Silva aparecem em segundo, com 15%

Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (26) mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue liderando as intenções de voto para eleição presidencial, com 30%. O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC) aparece em segundo, com 16%, enquanto a ex-ministra Marina Silva (Rede) soma 15%.
As pesquisas foram feitas com vários cenários de candidatos. Em todos em que Lula participa, ele aparece em primeiro.
No cenário em que Fernando Haddad aparece no lugar de Lula, a candidata Marina Silva aparece em primeiro, com 22%, e Jair Bolsonaro em segundo, com 16%. Haddad aparece em sexto, com 3%. 
Num cenário sem candidatos do PT, Marina Silva também lidera, com 22%. Bolsonaro aparece em segundo, com 16%, e o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa em terceiro, com 12%.
Datafolha: Lula lidera pesquisa de intenção de voto, com 30%
A pesquisa também abordou quais seriam os candidatos com maior índice de rejeição. Lula aparece em primeiro, com 46%; o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), em segundo, com 34%; e Bolsonaro em terceiro, com 30%.
O Datafolha ouviu 2.771 pessoas nos dias 21 e 23 de abril. A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e índice de confiança de 95%. 
Veja os cenários:
Com Alckmin
Lula (PT): 30%
Jair Bolsonaro (PSC): 16%
Marina Silva (Rede): 15%
Alckmin (PSDB): 8%
Ciro Gomes (PDT): 5%
Luciana Genro (PSol): 2%
Eduardo Jorge (PV): 2%
Ronaldo Caiado (DEM): 2%
Branco/nulo/nenhum: 18%
Não sabe: 2%
Com Doria:
Lula (PT): 30%
Marina Silva (Rede): 15%
Jair Bolsonaro (PSC): 15%
João Doria (PSDB): 10%
Ciro Gomes (PDT): 6%
Luciana Genro (PSOL): 2%
Eduardo Jorge (PV): 2%
Ronaldo Caiado (DEM): 2%
Branco/nulo/nenhum: 16%
Não sabe: 2%
Com Joaquim Barbosa e Alckmin
Lula (PT): 30%
Marina Silva (Rede): 15%
Jair Bolsonaro (PSC): 15%
Joaquim Barbosa (sem partido): 11%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Luciana Genro (PSOL): 2%
Eduardo Jorge (PV): 2%
Ronaldo Caiado (DEM): 2%
Branco/nulo/nenhum: 14%
Não sabe: 2%
Com Joaquim Barbosa e Doria
Lula (PT): 29%
Marina Silva (Rede): 15%
Jair Bolsonaro (PSC): 13%
Joaquim Barbosa (sem partido): 10%
João Doria (PSDB): 9%
Luciana Genro (PSOL): 2%
Eduardo Jorge (PV): 2%
Ronaldo Caiado (DEM): 1%
Branco/nulo/nenhum: 15%
Não sabe: 2%
Sem PT
Marina Silva (Rede): 22%
Jair Bolsonaro (PSC): 16%
Joaquim Barbosa (sem partido): 12%
Ciro Gomes (PDT): 9%
Geraldo Alckim (PSDB): 9%
Luciana Genro (PSol): 3%
Eduardo Jorge (PV): 2%
Ronaldo Caiado (DEM): 2%
Branco/nulo/nenhum: 23%
Não sabe: 3%
Com Haddad
Marina Silva (Rede): 22%
Jair Bolsonaro (PSC): 16%
Joaquim Barbosa (sem partido): 13%
Geraldo Alckim (PSDB): 10%
Luciana Genro (PSol): 4%
Fernando Haddad (PT): 3%
Eduardo Jorge (PV): 2%
Ronaldo Caiado (DEM): 2%
Branco/Nulo/Nenhum: 25%
Não sabe: 3%
Com Moro:
Lula (PT): 29%
Sergio Moro (sempartido): 14%
Marina silva (Rede): 14%
Jair Bolsonaro (PSC): 13%
Geraldo Alckmin (PSDB): 6%
Luciana Genro (PSol): 2%
Eduardo Jorge (PV): 2%
Ronaldo Caiado (DEM): 1%
Branco/Nulo/Nenhum: 15%
Não sabe: 2%
Sem alvos da Lava jato
Marina Silva (Rede): 27%
Jair Bolsonaro (PSC): 18%
João Doria (PSDB): 14%
Ciro Gomes (PDT): 12%
Branco/Nulo/Nenhum: 26%
Não sabe: 3%
Rejeição no 1º turno
Lula (PT): 46%
Alckmin (PSDB): 34%
Bolsonaro (PSC): 30%
Haddad (PT): 28%
Ciro (PDT): 26%
Marina (Rede): 25%
Luciana Genro (Psol): 24%
Ronaldo Caiado (DEM): 23%
Sérgio Moro (s/ part.): 22%
Eduardo Jorge (PV): 21%
Doria (PSDB): 20%
Joaquim Barbosa (s/ part.): 16%
Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: 3%
Não votaria em nenhum: 3%
Segundo turno
Cenário 1
Lula: 45%
Alckmin: 32%
Cenário 2
Lula: 45%
Doria: 34%
Cenário 3
Marina: 40%
Lula: 40%
Cenário 4
Lula: 45%
Bolsonaro: 32%
Cenário 5
Marina: 49%
Bolsonaro: 27%
Cenário 6
Alckmin: 34%
Ciro: 31%
Cenário 7
Ciro: 34%
Doria: 32%
Cenário 8
Moro: 44%
Lula: 42%

Centrais convocam nova greve geral para o dia 30 de junho


Via revista Fórum

A preparação começa imediatamente e o esquenta da Greve Geral com participação de todos os estados está marcado para o próximo dia 20, com panfletagem e diálogo com a população pela manhã e atos durante a tarde.
Por Luiz Carvalho, da CUT














A CUT e as demais centrais sindicais se reuniram na manhã desta segunda-feira (5) e indicaram 30 de junho como a data da próxima Greve Geral, que será referendada por categorias em plenárias e assembleias estaduais.
Foto: CTB
A preparação começa imediatamente e o esquenta da Greve Geral com participação de todos os estados está marcado para o próximo dia 20, com panfletagem e diálogo com a população pela manhã e atos durante a tarde.
A expectativa diante do agravamento da crise no governo do ilegítimo Michel Temer (PMDB) é de que o movimento supere a Greve Geral do dia 28 de abril, aponta o secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre.
“Primeiro as categorias devem referendar o dia 30. E o dia 20 será a preparação para o dia da Greve Geral, um grande dia nacional de mobilização, protesto, com ações em todas as capitais, assembleia nas portas de fábrica, paralisação de lojas, bancos, comércios, enfim, uma grande manifestação criando condições para a Greve Geral do dia 30”, afirma.
Além da luta contra as reformas trabalhista e previdenciária, Nobre ressalta que as mobilizações ganham o ‘Fora Temer’ como ingrediente importante ao lado da bandeira por Diretas Já. O dirigente indica, contudo, que a agenda pode mudar de acordo com a conjuntura política.
“Se o Congresso Nacional, mesmo com tudo que temos feito, resolver antecipar a votação das reformas, vamos antecipar também as mobilizações. Não vamos permitir que votem contra a vontade do povo brasileiro. A classe trabalhadora irá reagir”, sinaliza.
Também presente no encontro, o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques, disse que a articulação da categoria para integrar os protestos já começa a ser planejada.
“A mobilização dos trabalhadores definirá o rumo do país, se Temer fica e se, caindo, teremos escolha democrática com participação do povo. O clima nas bases é de transformar esse mês de junho num período de resistência. Faremos assembleias nas portas de fábrica e participaremos do ato unificado no dia 20 porque percebemos que o sistema político está tentando operar com ou sem Temer e, por isso, temos de fazer luta pelo Fora Temer, contra as reformas e por Diretas Já que nos permitirão não só resistirmos às reformas, mas também colocarmos o Brasil nos trilhos”, afirma.
Leia, abaixo, a nota na íntegra.
Unidade e luta em defesa dos direitos
As centrais sindicais, (CUT, UGT, Força Sindical, CTB, Nova Central, CGTB, CSP-Conlutas, Intersindical, CSB e A Pública- Central do Servidor), convocam todas as suas bases para o calendário de luta e indicam uma nova GREVE GERAL dia 30 de junho.
As centrais sindicais irão colocar força total na mobilização da greve em defesa dos direitos sociais e trabalhistas, contra as reformas trabalhista e previdenciária, contra a terceirização indiscriminada e pelo #ForaTemer.
Dentro do calendário de luta, as centrais também convocam para o dia 20 de junho – O Esquenta Greve Geral, um dia de mobilização nacional pela convocação da greve geral.
Ficou definido também a produção de jornal unificado para a ampla mobilização da sociedade. E ficou agendada nova reunião para organização da greve geral para o dia 07 de junho de 2017, às 10h na sede do DIEESE.
Agenda
– 06 a 23 de junho: Convocação de plenárias, assembleias e reuniões, em todo o Brasil, para a construção da GREVE GERAL.
– Dia 20 de junho: Esquenta greve geral com atos e panfletagens das centrais sindicais;
– 30 de junho: GREVE GERAL.
CGTB – Central Geral dos Trabalhadores do Brasil
CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros
CSP Conlutas – Central Sindical e Popular
CTB – Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil
CUT – Central Única dos Trabalhares
Força Sindical
Intersindical – Central da Classe Trabalhadora
NCST – Nova Central Sindical de Trabalhadores
Pública – Central do Servidor
UGT – União Geral dos Trabalhadores